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Cinema e TV

“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” é eleito Melhor Filme no Festival de Brasília. Veja todos os premiados!

Estrelado por Conceição Evaristo, filme mineiro é o vencedor do Festival de Brasília. "Pequenas Tragédias" é o maior vencedor do evento tradicional
Vinicius FaustiniPor Vinicius Faustini21 de setembro de 2026
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O Festival de Brasília de 2026 encerrou em grande estilo no último sábado. E “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”, dirigido por André Novais de Oliveira, saiu consagrado na premiação.

A obra da produtora independente Filmes de Plástico recebeu o prêmio de Melhor Longa-Metragem no Festival de Brasília.

“Se Eu Fosse Vivo… Vivia” tem projeção em outros prêmios no Festival de Brasília

Norberto Novais Oliveira e Conceição Evaristo receberam menção honrosa (Leonor Teles)

Além de Melhor Longa-Metragem, “Se Eu Fosse Vivo… Vivia” recebeu no Festival de Brasília prêmios nas categorias de Melhor Roteiro, Melhor Figurino. Também houve Menção Honrosa para Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira.

Ambientado entre o Brasil dos anos 1970 e os dias atuais, o longa acompanha a história de um casal que atravessa cinco décadas de vida em comum. Quando Jacira é subitamente internada, Gilberto passa a vivenciar acontecimentos perturbadores — numa espiral que atravessa o tempo e o espaço — e que o conduzem a uma experiência profunda de memória e amor. O filme transita entre o drama íntimo, a comédia de costumes e elementos inesperados da ficção científica, mantendo o olhar sensível para o cotidiano, característica da obra de André Novais Oliveira.

O elenco conta ainda com Jean Paulo Campos e Tainá Evaristo, que interpretam o casal em sua juventude, além de participações de Wilson Rabelo, Aisha Brunno, Demétrio Nascimento, Suellen Sampaio e Zora Santos.

“Pequenas Tragédias” é o mais premiado no Festival de Brasília

“Pequenas Tragédias” recebeu cinco prêmios na noite: Melhor Direção (para Gabriel Nolasco), melhor montagem, melhor trilha sonora, melhor ator (para Guilherme Théo) e melhor atriz coadjuvante (para Aivan, que dividiu o prêmio com Olivia Torres, de “Privadas de Suas Vidas”).

“Cana”, de Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro, foi eleito o Melhor Curta-metragem. “Tudo É Tempo”, de Marcos Guttman, foi eleito pelo Júri Popular.

Na Mostra Brasília, “Onde Moram os Irmãos”, de Marisa Mendonça, foi premiado pelo júri oficial e pelo júri popular. Entre os curtas da mostra, “Dora”, de Murilo Abreu, levou o Candango pelo júri oficial e “Hacker Leonilia” foi o escolhido pelo público.

Veja os premiados no Festival de Brasília 2026

Mostra Competitiva Nacional — Troféu Candango

Longa-metragem

Melhor Longa — Júri Oficial: “Se Eu Fosse Vivo… Vivia” — André Novais Oliveira (MG)
Melhor Longa — Júri Popular: “Tudo é Tempo” — Marcos Guttmann (RJ)
Melhor Direção: Daniel Nolasco (GO), por “Pequenas Tragédias”
Melhor Roteiro: André Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
Melhor Atriz: Martha Nowill, por “Privadas de Suas Vidas”
Melhor Ator: Guilherme Théo, por “Pequenas Tragédias”
Melhor Atriz Coadjuvante: Aivan, por “Pequenas Tragédias”, e Olivia Torres, por “Privadas de Suas Vidas”
Melhor Ator Coadjuvante: Lucas Leto, por “Todo o Sentimento” (BA)
Melhor Fotografia: Victor de Melo, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
Melhor Direção de Arte: Juliana Lobo, por “Privadas de Suas Vidas”
Melhor Figurino: Diana Moreira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
Melhor Trilha Sonora: Daniel Nolasco, por “Pequenas Tragédias”
Melhor Edição de Som: Lucas Coelho, por “Sabes de Mim, Agora Esqueça”
Melhor Montagem: Luciano Carneiro, por “Pequenas Tragédias”

Curta-metragem

Melhor Curta — Júri Oficial: “Cana” — Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro (SP)
Melhor Curta — Júri Popular: “Lagoa do Abandono” — Diego Maia (CE)
Melhor Direção: Catapreta, por “Fundura”
Melhor Roteiro: Nicolau, por “Gastronomia do Olho”
Melhor Atriz: Leviathan, por “Futuro Decadance”
Melhor Ator: Gerin Black, por “Cana”
Melhor Fotografia: Gabriel Lucena, por “Gastronomia do Olho”
Melhor Direção de Arte: Catapreta, por “Fundura”
Melhor Figurino: Leviathan, por “Futuro Decadance”
Melhor Trilha Sonora: Daniel Rone e Guilherme Xavier, por “Cana”
Melhor Edição de Som: Daniel Nunes, por “Fundura”
Melhor Montagem: Leviathan, por “Futuro Decadance”

Mostra Brasília — 29º Troféu Câmara Legislativa do DF

Melhor Longa — Júri Oficial e Júri Popular: “Onde Moram os Irmãos” — Marisa Mendonça
Melhor Curta — Júri Oficial: “Dora” — Murilo Abreu
Melhor Curta — Júri Popular: “Hacker Leonilia”
Melhor Direção: Rafael Lobo, por “Mapas”
Melhor Roteiro: Talita Carvalho, por “Madre”
Melhor Atriz: Micheli Santini, por “Dora”
Melhor Ator: Lupe Leal, por “Impostor”
Melhor Fotografia: Petrônio Neto e Nicolau, por “Ar-Dor”
Melhor Direção de Arte: Lucas Gehre e Nadine Diel, por “Mapas”
Melhor Trilha Sonora: João Tomé, por “Nem Todos Sabem”
Melhor Edição de Som: Bernardo Paixão, por “Ar-Dor”
Melhor Montagem: Arthur Gonzaga, por “A Arte Perdida da Lombada”

Mostra Caleidoscópio

Prêmio Fipresci: “Os Fantasmas Gentis” — Caetano Gotardo
Prêmio Jean-Claude Bernardet (Júri Jovem UnB): “Mulheres do Bando” — Thamires Vieira

Prêmios Especiais

Prêmio Especial do Júri e Troféu Saruê: “Tudo é Tempo” — Marcos Guttmann
Prêmio Abraccine — Melhor Longa: “Pequenas Tragédias” — Daniel Nolasco
Prêmio Abraccine — Melhor Curta: “Cana” — Daniel Rone e Guilherme Xavier Ribeiro
Prêmio Zózimo Bulbul — Melhor Longa: “Ana, En Passant” — Fernanda Salgado (MG)
Prêmio Zózimo Bulbul — Melhor Curta: “Mariposa” — Alexandre Américo e Pedro Vitor (RN)
Prêmio Codipir — Melhor Filme de Temática Afirmativa: “Tiró e a Onça” — Wera Poty
Prêmio Marco Antônio Guimarães: “Fernando Coni Campos: Cada Um Vive Como Sonha” — Luis Abramo e Pedro Rossi
Prêmio Canal Brasil: “Cana” — Daniel Rone e Guilherme Xavier
Menção Honrosa — Longa: Conceição Evaristo e Norberto Novais Oliveira, por “Se Eu Fosse Vivo… Vivia”
Menção Honrosa — Curta: “Mariposa”


Brasília
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