
A Academia Brasileira de Cinema bateu o martelo em relação a mais um representante brasileiro em competição no exterior. “Vicentina Pede Desculpas” será o escolhido para disputar o Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano.
“Vicentina Pede Desculpas” tem direção de Gabriel Martins e tentará conquistar a estatueta na premiação que é realizada em 28 de fevereiro de 2027, na Espanha.
“Vicentina Pede Desculpas”: drama sobre luto

A Comissão de Seleção foi formada pelo diretor André Pellenz; a produtora Bárbara Cariry; a produtora Clélia Bessa (presidente da Comissão); a produtora Deborah Osborn; o diretor Guilherme Coelho; o produtor João Vieira Jr.; a produtora Juliana Vicente; a diretora Lô Politi; a produtora Kátia Adler; a atriz Maria Gal; o músico Plínio Profeta; o distribuidor Rodrigo Saturnino; a atriz Suzana Pires; a curadora Tatiana Carvalho Costa; e o diretor Walter Lima Junior.
Dirigido por Gabriel Martins, “Vicentina Pede Desculpas” traz Rejane Faria no personagem-título. Vicentina é uma mãe que, após a morte do filho, embarca em uma jornada para confrontar as consequências da tragédia para lidar com o próprio luto. A obra também apresenta Flávio Bauraqui, Giovanna Heliodoro, Giovanni Venturini, Grace Passô, Karine Teles, Maíra Azevedo, Renato Novaes e Thalma de Freitas.
Quando estreia “Vicentina Pede Desculpas”?

“Vicentina Pede Desculpas” teve première mundial no dia 12 de setembro durante a 51ª edição do Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF). Antes de estrear nos cinemas brasileiros no dia 5 de novembro, o longa também será exibido no 74º Festival Internacional de Cinema de San Sebastián, na Espanha, onde disputa a Concha de Ouro, principal prêmio do festival, no AFI Latin American Film Festival; no Cinelatino Minneapolis Film Festival e no 28º Festival do Rio.
“Vicentina Pede Desculpas” é produzido pela Filmes de Plástico. Além da direção, Gabriel Martins também assina o roteiro e a história original.
A obra estreia nos cinemas em 5 de novembro. Em 20 de novembro chega ao catálogo da Netflix.
Academia repete “divisão” seus entre representantes para competições no exterior

A Academia Brasileira de Cinema, pelo segundo ano consecutivo, tomou a decisão de encaminhar dois filmes diferentes para representar o país na luta pelo Oscar de Melhor Filme Internacional e no Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano.
“Feito Pipa”, de Allan Deberton, buscará o Oscar de Melhor Filme Internacional.
Com a trajetória bem-sucedida em Cannes e no Globo de Ouro, “O Agente Secreto” foi o representante no Oscar, e concorreu em quatro categorias (Melhor Filme Internacional, Melhor Direção de Elenco, Melhor Ator e Melhor Filme). Porém, a Academia Brasileira de Cinema não indicou a obra de Kleber Mendonça Filho.
“Manas” concorreu ao Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano. Embora tenha ficado entre os cinco finalistas, a obra de Marianna Brennand viu “Belén – Uma História de Injustiça”, de Dolores Fonzi, sair com a a estatueta. A decisão de indicar filmes diferentes para as duas competições aconteceu em outros anos.
“Ainda Estou Aqui” rompeu barreira no Goya

O Brasil venceu pela primeira vez o Prêmio Goya de Melhor Filme Ibero-Americano na ediçao de 2025. “Ainda Estou Aqui”, de Walter Salles, estrelado por Fernanda Torres, levou o país à consagração no exterior.