
A reta final do Festival de Gramado trouxe os premiados da edição de 2026. E “Filhas da Lua”, de Tatiana Sieger, foi consagrado como o Melhor Longa-Metragem Gaúcho tanto no júri técnico quanto no júri popular, e recebeu o prêmio de Melhor Montagem.
O Festival de Gramado designa uma categoria exclusiva para produções feitas no estado no qual o evento é realizado anualmente há 54 anos.
Resiliência marca história do filme vencedor de Longa-Metragem Gaúcho no Festival de Gramado

“Filhas da Lua”, vencedor da categoria de Melhor Longa-Metragem Gaúcho, volta seu olhar para quatro travestis que, com resiliência, sobreviveram à névoa do sistema prisional e ao preconceito buscam uma outra vida.
O Festival de Gramado também entregou o prêmio de Melhor Montagem para o filme.
“História Mais Triste do Mundo” é mais premiado pelo Festival de Gramado

O mais vitorioso da noite foi “A História Mais Triste do Mundo”, de Hique Montanari. A obra ganhou os prêmios de Melhor Direção, Melhor Roteiro, Melhor Ator (Arthur Seidel), Melhor Trilha Musical, Melhor Desenho de Som e Melhor Fotografia.
“Remanente – Voltagem” venceu os Kikitos de Melhor Atriz para Áurea Baptista e Melhor Direção de Arte (Tiago Retamal). O júri de Longas Gaúchos foi formado por Milton do Prado, Rodrigo Antonio e Vitória Strada.
MOSTRA COMPETITIVA SEDAC/IECINE DE LONGAS-METRAGENS GAÚCHOS
Melhor Longa-metragem Gaúcho: “Filhas da Lua”, de Tatiana Sager
Melhor Montagem: Gabriel Sager Rodrigues por “Filhas da Lua”
Melhor Direção: Hique Montanari por “A História Mais Triste do Mundo”
Melhor Roteiro: Hique Montanari por “A História Mais Triste do Mundo”
Melhor Ator: Arthur Seidel por “A História Mais Triste do Mundo”
Melhor Trilha Musical: João Vitor Costa Dias por “A História Mais Triste do Mundo”
Melhor Desenho de Som: Gabriela Bervian por “A História Mais Triste do Mundo”
Melhor Fotografia: Juarez Pavelak por “A História Mais Triste do Mundo”
Melhor Atriz: Áurea Baptista por “Remanente – Voltagem”
Melhor Direção de Arte: Tiago Retamal por “Remanente – Voltagem”
Júri Popular: “Filhas da Lua”, de Tatiana Sager