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Cidadania

Lei anti Oruam: o que o rapper diz sobre uso do seu nome

A chamada Lei Anti Oruam é de autoria da vereadora Amanda Vettorazzo, de São Paulo, iniciativa que vem gerando polêmica nas redes
Maurício SilvérioPor Maurício Silvério24 de dezembro de 2025Atualizado:24 de dezembro de 2025
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A chamada lei anti oruam tem provocado debates intensos e despertado curiosidade em diferentes cidades do Brasil. Apesar do nome popular, a proposta não é uma lei federal. Trata-se de um projeto apresentado na Câmara Municipal de São Paulo que pode impactar o uso de dinheiro público em eventos culturais.

Lei anti Oruam: vereadores de Niterói aprovam aplicação no município
Lei anti Oruam: vereadores de Niterói aprovam aplicação no município – Divulgação

O projeto é o PL 4/2025, de autoria da vereadora Amanda Vettorazzo. A iniciativa propõe impedir que a prefeitura contrate artistas que façam apologia ao crime ou ao uso de drogas. Conforme a autora, a medida busca proteger principalmente crianças e adolescentes. Bem ou mal, a ideia se expandiu por regiões do país, tendo eco, por exemplo, em municípios como Niterói, no Rio de Janeiro.

A lei anti oruam ganhou esse apelido por associação ao rapper Oruam, nome artístico de Mauro Davi. O texto do projeto, no entanto, não cita o artista diretamente. A referência surgiu após debates públicos envolvendo letras, discursos e posicionamentos ligados ao rap e ao trap.

Oruam sobre Lei anti Oruam

Na prática, o projeto prevê sanções para quem descumprir as regras. Entre elas, está a aplicação de multas em casos de contratação irregular. O foco está no uso de recursos públicos para financiar shows e eventos promovidos pelo poder municipal.

A expressão 'Tropa de Oruam' tornou-se motivo de debate na cena musical brasileira
A expressão ‘Tropa de Oruam’ tornou-se motivo de debate na cena musical brasileira – Foto: Divulgação / Redes Sociais

Com a repercussão do tema, Oruam passou a se manifestar nas redes sociais. O rapper ironizou o fato de seu nome virar pauta política em diferentes cidades. Ele afirma que se tornou símbolo de um debate maior sobre cultura periférica.

Um dos principais argumentos do artista é a acusação de criminalização de ritmos negros. Segundo Oruam, a lei anti oruam tenta associar gêneros como funk, rap e trap à criminalidade. Para ele, isso reforça estigmas históricos contra manifestações culturais das periferias.

O rapper também sugere que os projetos têm viés discriminatório. Em algumas publicações, ele e seus apoiadores classificam as propostas como inconstitucionais e racistas. A discussão passou a envolver liberdade artística e censura.

Em outro contexto, durante uma grande operação policial em comunidades, Oruam publicou frases que geraram novas interpretações. Uma delas dizia que, “sem fuzil na mão, existe ser humano”. A mensagem foi vista por apoiadores como crítica à desumanização das favelas.

Oruam tem tatuagem da imagem do pai no peito e já homenageou Marcinho VP em música e show
Oruam tem tatuagem da imagem do pai no peito e já homenageou Marcinho VP em música e show | Foto: Reprodução

Defensores da lei anti oruam argumentam que a proposta não é censura. Segundo eles, o objetivo é evitar que dinheiro público financie conteúdos que façam apologia ao crime organizado ou às drogas. O debate, porém, segue longe de um consenso.

Com projetos semelhantes surgindo em outros municípios, muita gente se pergunta quem pode ser afetado pelas novas regras. Artistas, produtores culturais e até organizadores de eventos públicos buscam entender se têm direito a contratos ou benefícios culturais. O tema promete novos capítulos e merece atenção de quem atua ou consome cultura financiada pelo poder público.

Oruam Rio de Janeiro
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