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Música e Cultura Pop

Quem são os maiores sambistas do Rio? Veja lista dos clássicos à nova geração

Noel Rosa, Cartola, Zeca Pagodinho... Não faltam histórias e vertentes em torno dos sambistas do Rio de Janeiro
Vinicius FaustiniPor Vinicius Faustini28 de abril de 2026
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Noel Rosa, Cartola e Zeca Pagodinho: grandes sambistas da história (Foto: Montagem)

Um dos principais movimentos musicais da história do Brasil, o samba teve no Rio de Janeiro um de seus grandes berços. A Cidade Maravilhosa viu surgirem artistas que ajudaram a fazer a história deste ritmo que traz tanta alegria para o povo.

De nomes que marcaram uma das maiores expressões culturais até artistas que mantêm esta tradição viva, o país revelou grandes talentos ao longo das décadas. Veja nesta lista quais são os principais sambistas do Rio de Janeiro, dos clássicos à nova geração.

Veja a lista dos maiores sambistas do Rio

Nelson Cavaquinho, Beth Carvalho, Cartola e Dona Ivone Lara (Foto: Arquivo)

O samba atravessa gerações e, em mais de 100 anos, reúne lembranças de grandes artistas da Música Popular Brasileira. Desde Donga, autor da histórica “Pelo Telefone”, passando por Sinhô, Noel Rosa, Wilson Batista, Araci de Almeida, Cartola, Nelson Cavaquinho, Nelson Sargento e Candeia.

Também ganharam a cena figuras como Ismael Silva, conhecido como “Professor do Samba”, Bide, Marçal e Almirante. E o samba foi se projetando década a década, graças a compositores de alto nível como Paulinho da Viola, Martinho da Vila e Aldir Blanc. Além disto, apresentou ao país intérpretes do naipe de Jamelão, Roberto Ribeiro, João Nogueira, Dona Ivone Lara e Beth Carvalho. E com o pé no chão, chegou ao Cacique de Ramos para conhecer Arlindo Cruz, Sombrinha, o grupo Fundo de Quintal, Jovelina Pérola Negra, Almir Guineto, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho.

Além de vários cantores e compositores seguirem fazendo sucesso, o Rio de Janeiro tem seu tradicional Samba do Trabalhador, conduzido por Moacyr Luz. A Cidade Maravilhosa também conta com Dudu Nobre, Pretinho da Serrinha, Mumuzinho, Diogo Nogueira e Teresa Cristina.

Não faltam ícones entre os maiores sambistas do Rio

Arlindo Cruz, Kleber Augusto (do Fundo de Quintal), Sombrinha e Jorge Aragão (Foto: Reprodução)
  • Sinhô
  • Noel Rosa
  • Wilson Batista
  • Nelson Cavaquinho
  • Cartola
  • Candeia
  • Ismael Silva
  • Paulinho da Viola
  • Martinho da Vila
  • Jamelão
  • João Nogueira
  • Roberto Ribeiro
  • Dona Ivone Lara
  • Beth Carvalho
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  • Sombrinha
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  • Almir Guineto
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  • Zeca Pagodinho
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  • Dudu Nobre
  • Mart’nália
  • Diogo Nogueira
  • Pretinho da Serrinha
  • Teresa Cristina
  • Xande de Pilares

Sambistas antigos que marcaram a história

Donga: autor do primeiro samba (Foto: Arquivo)

O samba segue perpetuado durante décadas. Mas a canção que é considerada sua pedra fundamental data de 1917: “Pelo Telefone”. Oficialmente, a autoria é creditada a DONGA, em parceria com o jornalista Mauro de Almeida. Porém, vários artistas reivindicaram a autoria, afirmando que ela foi feita durante rodas de samba da Tia Ciata.

Quem são os maiores sambistas do Rio? Veja lista dos clássicos à nova geração

Frequentador das rodas de samba da Tia Ciata, registrou “Pelo Telefone”, oficialmente o primeiro samba da história. Também fez parte do grupo Os Oito Batutas, ao lado de Pixinguinha.

Sinhô

Considerado o primeiro rei do samba, dizia que “samba é que nem passarinho: quem pegar primeiro é dele”. Foi um dos grandes compositores e cantores da década de 1920. Além disto, tornou o ritmo extremamente popular e cantado por Francisco Alves e Mário Reis. Escreveu músicas como “Alô, Madrugada” e “Alivia Esses Olhos”, mas o maior sucesso de sua autoria foi “Gosto Que Me Enrosco”.

Noel Rosa

Por meio do samba, se tornou um dos grandes cronistas da música brasileira. Morreu aos 26 anos, mas deixou uma obra impressionante: mais de 200 músicas, desde letras românticas até sátiras políticas. Inclusive, teve uma rixa com Wilson Baptista que rendeu um bom repertório.

Wilson Batista

Nascido em Campos, veio para o Rio de Janeiro ainda criança e foi um dos poucos compositores que souberam descrever a boemia carioca em grande estilo. Além disto, utilizou seu dom de compositor para cantar sua paixão pelo Flamengo (no “Samba Rubro-Negro”), crônicas bem-humoradas como “E O Juiz Apitou” e “Acertei No Milhar” (samba de breque que foi um sucesso na voz de Moreira da Silva).

A rixa musical entre Noel Rosa e Wilson Batista

Wilson Batista e Noel Rosa tiveram um curioso confronto por meio das músicas. Tudo começou por causa da canção “Rapaz Folgado”, de Wilson Batista. Noel respondeu, e assim veio um repertório bem curioso entre os dois. A história segue abaixo, em dois registros de um show do MPB4:

Nelson Cavaquinho

Nelson Cavaquinho tinha uma peculiaridade. Apesar do pseudônimo, com o tempo ele passou a tocar violão apenas com os dois dedos. Muito ligado pela Mangueira, escreveu para a escola de samba a música “Folhas Secas”, parceria sua com Guilherme de Brito. Também compôs clássicos como “Juízo Final”, “A Flor E O Espinho” e “Quando Eu Me Chamar Saudade”.

Cartola

Um dos principais nomes da história do samba, Cartola foi um dos fundadores da Mangueira no fim da década de 1920. Em seguida, seu lado compositor ganhou notoriedade por ter suas músicas interpretadas por artistas como Francisco Alves, Carmen Miranda e Silvio Caldas e emplacar canções como “Perdão, Meu Bem” e “Divina Dama”. No entanto, o compositor lidou com um período de ostracismo na música brasieira e só foi redescoberto graças ao jornalista Sérgio Porto, que viu Cartola lavando carros. O cantor e compositor voltou a ter destaque e hoje é reconhecido como um dos ícones do samba, com sucessos como “O Mundo É Um Moinho”, “As Rosas Não Falam”, “Alvorada”, “O Sol Nascerá”, “Peito Vazio” e “Acontece’.

Candeia

Um dos principais nomes do samba, Candeia ficou conhecido como uma voz de resistência. Portelense, criou o Grêmio Recreativo de Arte Negra Escola de Samba Quilombo, no qual manifestava o desejo de manter as tradições afro-descendentes. Seu repertório traz grandes obras, desde as definitivas “O Mar Serenou” (sucesso na voz de Clara Nunes) e “Preciso Me Encontrar” (destaque no repertório de Cartola) até “Dia de Graça”, “Testamento de Partideiro” e “Filosofia do Samba”.

Nelson Sargento

Nelson Sargento se tornou um dos ícones do samba. Compositor, cantor e pesquisador, demorou a apresentar suas canções. Porém, deixou um legado fantástico, a começar por “Agoniza, Mas Não Morre”. Também fez a brilhante “Cântico À Natureza”.

Ismael Silva

Conhecido como “Professor do Samba”, Ismael Silva foi um dos fundadores daquela que é considerada a primeira escola de samba da história: a Deixa Falar (que, mais tarde, se tornou a semente da Estácio de Sá). Além disto, fez clássicos do quilate de “Antonico”, “Se Você Jurar” e “Ao Romper da Aurora”.

Paulinho da Viola

Paulinho da Viola não é só um nome significativo por suas composições. Trata-se de um grande pesquisador de samba e que, desde jovem, teve sua casa frequentada por grandes artistas. Seu repertório traz interpretações de Lupicínio Rodrígues mas também músicas de alto nível de sua autoria, como “Foi Um Rio Que Passou Em Minha Vida”, “Argumento”, “Comprimido”, “Timoneiro”, “Pecado Capital” e “Sinal Fechado”.

Martinho da Vila

Natural de Duas Barras, no interior do Rio, Martinho da Vila incorporou a ginga carioca em grande estilo. Presidente de honra da Unidos de Vila Isabel, também é autor de músicas que caíram no gosto popular como “Canta, Canta, Minha Gente”, “Casa de Bamba”, “A Farsa do Pequeno Burguês”, “Calango Vascaíno”, “Ex-Amor” e “Quem É do Mar Não Enjoa”.

Jamelão

Jamelão foi um grande intérprete dos sambas-enredo da Mangueira. Porém, também teve uma vasta carreira nos palcos interpretando os sambas-canção de Lupicínio Rodrigues e fez uma gravação antológica de “Piano Na Mangueira”, parceria de Chico Buarque e Tom Jobim.

João Nogueira

João Nogueira emplacou nas rádios na década de 1970. Em 1979, fez história ao criar o Clube do Samba, reduto que privilegiava o samba de raiz e os pagodes de quintal, em reuniões que duravam o dia inteiro. João ainda embalou canções antológicas, como “Espelho”, “Além do Espelho”, “Súplica”, “Batendo A Porta” e “Bares da Cidade” (todas em parceria com Paulo César Pinheiro), assinou com Nei Lopes a música “Baile No Elite” e fez a impagável “Moda da Barriga”.

Roberto Ribeiro

Nascido em Campos, inicialmente Roberto Ribeiro chegou a ter trajetória como goleiro. No Rio, chegou a treinar no Fluminense. Porém, o lado de sambista falou mais alto e sua carreira ficou muito ligada ao Império Serrano (escola da qual chegou a ser intérprete e compositor). Roberto também gravou compactos em parceria com Elza Soares e com Simone. Um de seus grandes sucessos é “Estrela de Madureira”, sobre Zaquia Jorge (veja mais aqui). Outros clássicos de seu repertório são”Todo Menino É Um Rei”, “Algemas”, “Ingrata Paixão”. Roberto Ribeiro ainda tem uma ótima gravação de “Quem Te Viu, Quem Te Vê” que conta com participação de Chico Buarque.

Dona Ivone Lara

A “Rainha do Samba” tem uma história fantástica. Em paralelo com seu trabalho com Enfermagem e Serviço Social, Dona Ivone Lara começou escrever sambas. Apenas em 1965 (aos 45 anos), ela conseguiu um pioneirismo: se tornar a primeira mulher a assinar um samba-enredo, intitulado “Os Cinco Bailes da História do Rio” e que embalou o desfile do Império Serrano. São de sua autoria músicas como “Alguém Me Avisou”, “Acreditar” e “Sonho Meu”.

Beth Carvalho

Conhecida como “Madrinha do Samba”, Beth Carvalho foi a responsável por resgatar compositores que estavam menos lembrados, como Nelson Cavaquinho e Cartola. Coube a ela fazer interpretações memoráveis de “As Rosas Não Falam” (que fazia de joelhos), “O Mundo É Um Moinho” e “A Flor E O Espinho”. Além disto, Beth foi até o Cacique de Ramos e apresentou para o Brasil um grupo de artistas como Zeca Pagodinho, Jorge Aragão, Almir Guineto e o conjunto Fundo de Quintal. Seus grandes sucessos também incluem “Vou Festejar”, “Saco de Feijão”, “Coisinha do Pai” e “Camarão Que Dorme A Onda Leva”.

Neguinho da Beija-Flor

Neguinho da Beija-Flor não se restringiu ao Sambódromo. Como intérprete, gravou sambas de destaque, como “Ângela” e”Deusa da Passarela”. Porém, o mais conhecido do seu repertório é “O Campeão”, que embala torcidas dos grandes clubes cariocas.

Arlindo Cruz

Um dos maiores cantores e compositores revelados no início da década de 1980 sob o olhar de Beth Carvalho, Arlindo Cruz teve uma contribuição extensa para a música brasileira. Além da música “Meu Lugar”, embalou clássicos como “O Show Tem Que Continuar”, “Camarão Que Dorme A Onda Leva” e “Samba de Arerê”.

Sombrinha

Outro cantor e compositor de mão cheia, Sombrinha foi parceiro de Arlindo Cruz e integrou o Fundo de Quintal. Apresentou ao país clássicos como “Só Pra Contrariar”, “Não Quero Saber Mais Dela”, “Malandro Sou Eu” e “O Show Tem Que Continuar”.

Fundo de Quintal

Reduto de bambas do samba, o Grupo Fundo de Quintal foi um divisor de águas no samba do Rio de Janeiro. Criado por Bira Presidente, inicialmente teve Ubirany e Sereno (o trio fundador do Cacique de Ramos), além de Jorge Aragão, Almir Guineto, Neoci e Sombrinha. O grupo depois passou por diversas formações e teve como um de seus clássicos a música “Caciqueando”.

Jovelina Pérola Negra

Uma das grandes cantoras de partido-alto do Rio de Janeiro, Jovelina Pérola Negra deixou Botafogo e foi para a Baixada Fluminense, onde se consagrou em grande estilo por sua voz potente. Além disto, entoou sucessos como “Feirinha da Pavuna”, “Bagaço da Laranja” e “Santo Forte”,

Almir Guineto

Um dos fundadores do grupo Fundo de Quintal, Almir Guineto foi cantor e compositor. Além disto, inovou ao adaptar o banjo para um braço de cavaquinho e se destacou como um dos grandes compositores de samba de raiz. Seu repertório traz clássicos do nível de “Insenstato Destino”, “Conselho” e “Falador Passa Mal”.

Jorge Aragão

Um dos nomes mais versáteis da história, Jorge Aragão foi um dos primeiros a deixar o Fundo de Quintal e passou a empilhar canções de sucesso, como “Malandro”, “Coisinha do Pai”, “Vou Festejar”, “Enredo do Meu Samba” e “Claridade”.

Zeca Pagodinho

Um dos afilhados musicais de Beth Carvalho, Zeca Pagodinho está no gosto popular desde a década de 1980. Dono de um repertório variado como intérprete e capaz de selecionar sambas de grandes artistas, gravou desde “Feijão da Dona Neném” até músicas como “Verdade”, “Coração Em Desalinho”, “Água da Minha Sede”, “Posso Até Me Apaixonar” e “Deixa A Vida Me Levar”.

Moacyr Luz

Parceiro de gênios como Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, Moacyr Luz havia feito grandes canções como “Saudades da Guanabara”, “Vida da Minha Vida” e “Anjo da Velha Guarda”. Porém, ele revolucionou a rotina do Rio de Janeiro com a criação do Samba do Trabalhador, roda de samba tradicionalíssima que acontece às segundas-feiras no Clube Renascença, apresenta grandes intérpretes e leva centenas de pessoas.

Dudu Nobre

Discípulo de nomes como Zeca Pagodinho e Almir Guineto, despontou musicalmente no fim da década de 1990. Suas interpretações para músicas como “No Mexe-Mexe, No Bole-Bole” e “Goiabada Cascão” tiveram sucesso, e ganhou ainda mais visibilidade ao ver duas músicas tocarem em horário nobre da Rede Globo: “A Grande Família” (tema da série homônima) e “No Tempo de DonDon” (tema da novela “Celebridade, de 2003).

Diogo Nogueira

Diogo Nogueira chegou a fazer parte das rodas de samba comandadas pelo seu pai, João Nogueira. Após tentar carreira como jogador de futebol, voltou-se para a música e passou a ter uma trajetória bem-sucedida. Estão entre seus sucessos estão “Pé Na Areia”, “Clareou” e a releitura de “Espelho”.

Mart’nália

Filha de Martinho da Vila, Mart’nália fez parte do grupo Batacotô. No início dos anos 2000, engatou carreira e emplacou seu primeiro sucesso logo em seguida: “Cabide”. Também ganhou destaque com a música “Pé do Meu Samba”.

Pretinho da Serrinha

Talentoso cantor, compositor e músico, Pretinho da Serrinha tem se notabilizado tanto em seus próprios trabalhos quanto em gravações de outros artistas. Ele é conhecido por músicas como “Burguesinha” e “A Mina do Condomínio”, mas também por “Reza Pra Agradecer” e “Feliz, Alegre e Forte”.

Teresa Cristina

Teresa Cristina iniciou sua trajetória na Lapa, se apresentando nos shows Teresa Cristina e O Grupo Semente no início da década de 1990. Aos poucos, foi ganhando notoriedade como intérprete de grandes sambistas, como Cartola e Noel Rosa, e, no período da pandemia de Covid-19, fez lives nas quais cantava músicas de todos os estilos. Atualmente, apresenta o Samba da Gamboa, na TV Cultura.

Mumuzinho

Após diversos trabalhos como ator no início dos anos 2000, ganhou visibilidade como cantor no programa “Esquenta!”, apresentado por Regina Casé. E logo emplacou um sucesso e tanto: “Eu Mereço Ser Feliz”. Além disto, trouxe canções como “Dom de Sonhar”, “Fulminante” e “Curto-Circuito”.

Xande de Pilares

Xande de Pilares iniciou sua carreira no Grupo Revelação. Atualmente, tem carreira solo e se destaca por músicas como “Tá Escrito”, “Deixa Acontecer”, “Deixa Alagar”. Também fez um disco no qual interpreta só canções de Caetano Veloso.

Sambistas famosos que popularizaram o gênero

Zeca Pagodinho e Beth Carvalho na década de 1980 (Foto: Reprodução)

Com o decorrer do século, o samba deixou de ser localizado e ganhou projeção nacional. Com isto, o país passou a entoar as diversas vertentes que surgiram no decorrer dos anos. Alguns nomes foram essenciais para tornar o estilo musical tão popular com o passar do século.

Noel Rosa

Como cronista que contava as histórias da cidade, Noel Rosa soube causar a identificação entre o morro e o asfalto de uma forma muito simples, ao alcance do povo. Além do bom humor nas suas canções como “Gago Apaixonado” e “Com Que Roupa?”, ele trazia situações como em “Três Apitos”. Suas músicas foram regravadas por diversos artistas.

Aracy de Almeida

A principal intérprete da obra de Noel Rosa foi Aracy de Almeida. Cantora e, posteriormente, jurada de programa de televisão, a “Araca” manteve em destaque o vasto repertório de Noel, apresentando desde músicas mais conhecidas como “Conversa de Botequim” e “O Orvalho Vem Caindo”, até crônicas como “Cem Mil Réis”, “Quem Dá Mais” e “O X do Problema”.

Cartola

Cartola ajudou a popularizar o samba em momentos diferentes de sua trajetória. Além da fundação da Mangueira, o cantor e compositor foi responsável pela criação do Zicartola, no qual artistas se reuniam e apresentavam seus grandes sambas. Décadas depois, Cartola criou clássicos do quilate de “As Rosas Não Falam” e “O Sol Nascerá”.

Moreira da Silva

Moreira da Silva popularizou um outro estilo de samba: o samba de breque. Em meio ao repertório refinado, o cantor passou a intercalar seu canto com momentos nos quais comentava os apuros mencionados nas canções. Uma delas é “Na Subida do Morro”. Outro marco é sua parceria com Miguel Gustavo. O autor de “Pra Frente Brasil” ajudou a criar o “Kid Morengueira”, que transformou o cantor em um herói que se via em apuros nas canções “O Rei do Gatilho” e “O Último dos Moicanos” , além de “Morengueira Contra 007” (trama que envolve Pelé e James Bond).

Silas de Oliveira

Compositor de alguns dos sambas-enredo de maior destaque, Silas de Oliveira entrou para a história da música brasileira por ter feito “Aquarela Brasileira”. Além disto, fez “Os Cinco Bailes da História do Rio” e “Heróis da Liberdade” e estão presentes em qualquer roda de samba.

Benito Di Paula

Benito Di Paula é um dos responsáveis pelo samba-joia, que mescla o samba com piano e arranjos românticos. Com sonoridade bastante peculiar, o artista se popularizou por “Meu Amigo Charlie Brown”, mas também fez sucessos como “Retalhos de Cetim”, “Dignidade de Um Otário”, “Tributo A Um Rei Esquecido”, além de uma interessante gravação de “Apesar de Você”, de Chico Buarque.

Agepê

Cantor que foi expoente do estilo samba romântico, Agepê se tornou um fenômeno nas rádios com sua voz. Seu maior sucesso foi “Deixa Eu Te Amar”, na década de 1980. Integrante da ala de compositores da Portela, ainda fez uma releitura de “Cama E Mesa”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, e teve sucessos como “Menina dos Cabelos Longos”, “Moça Criança” e “Louca”, presentes em muitas rodas de samba.

Paulinho da Viola

Paulinho da Viola ganhou popularidade com o posto de Príncipe do Samba. Com sua elegância no jeito de falar e de cantar, seu repertório atravessa gerações. “Pecado Capital” foi tema de abertura da novela homônima em 1975. Além disto, tem sucessos e é um pesquisador de sambas e choros.

Martinho da Vila

Martinho da Vila é outro grande compositor, cantor e pesquisador. Além de sua música passar por gerações, suas filhas estão no universo do samba. Seu repertório segue até hoje tendo sucessos, entre eles “Mulheres”, de Toninho Geraes. Assim como “Casa de Bamba”, “A Farsa do Pequeno Burguês” e “Canta, Canta, Minha Gente”, fazem parte de um repertório de samba.

João Nogueira

João Nogueira ganhou popularidade nacional na década de 1970 e chegou a ter clipes no “Fantástico”. Suas músicas também emplacaram em novelas até o ano no qual cantor morreu, como é o caso de “Quando Parei No Sinal”, tema da segunda versão de “Pecado Capital”. “Samba Rubro-Negro”, “Espelho”, “Além do Espelho”, “Batendo A Porta” entram na lista.

Dona Ivone Lara

Músicas como “Sorriso Negro”, “Alguém Me Avisou”, “Acreditar” e “Sonho Meu” fazem parte de qualquer roda de samba, o que torna Dona Ivone Lara extremamente popular nacionalmente. A cantora e compositora é um dos maiores expoentes do samba.

Beth Carvalho

Outra artista que tem repertório muito presente em rodas de samba é Beth Carvalho. Além das músicas que ela resgatou de compositores como Cartola e Nelson Cavaquinho, a safra dos artistas como Arlindo Cruz, Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Moacyr Luz tem de estar muito presente. Algumas, como “Malandro Sou Eu” e “Sonhando Eu Sou Feliz”, tocaram em novelas.

Arlindo Cruz e Sombrinha

A parceria entre Arlindo Cruz e Sombrinha rendeu grandes sucessos. E muitos deles acabam entrando numa roda de samba de raiz. Sem dúvida passam pelo repertório o clássico “Camarão Que Dorme A Onda Leva”, “O Show Tem Que Continuar” (ao lado de Luiz Carlos da Vila), “Malandro Sou Eu” e “É Sempre Assim”.

Almir Guineto

Outro nome que tem músicas muito cantadas nas rodas de samba é o de Almir Guineto. Além de “Insensato Destino”, o repertório do fundador do Grupo Fundo de Quintal traz “Conselho”, “Amizade” e “Parabéns Pra Você”.

Zeca Pagodinho

Um dos grandes intérpretes de samba, Zeca Pagodinho tem seu repertório cantado com muita frequência em rodas de samba pelo país afora. Músicas como “Verdade”, “Deixa A Vida Me Levar” (tema que embalou a conquista da Seleção na Copa do Mundo de 2002), “Faixa Amarela”, “Quando A Gira Girou” e “Samba Pras Moças” ficam entre as tocadas.

Jorge Aragão

Jorge Aragão é outro nome que é muito prestigiado não só nacionalmente. O cantor e compositor teve sua música tocada em Marte, para despertar um robô: “Coisinha do Pai”. Ele é autor de “Papel de Pão”, “Vou Festejar”, tem uma gravação peculiar de “Ave Maria” e fez também “Aí Foi Que O Barraco Desabou”.

Mumuzinho

Intérprete de “Eu Mereço Ser Feliz”, Mumuzinho ganhou notoriedade também por ter se apresentado no “Domingão Com Huck”. Além disto, tem feito sucesso com demais hits.

Xande de Pilares

Um dos destaques do Grupo Revelação, Xande de Pilares tem entre suas músicas de sucesso “Tá Escrito” e “Deixa Acontecer”, que são sucessos recentes e sempre embalam rodas de samba.

Nova geração do samba carioca

Nego Álvaro: vencedor do Grammy Latino em 2022 (Foto: Divulgação)

O Rio de Janeiro segue apresentando gerações promissoras do samba. Cria do Samba do Trabalhador organizado por Moacyr Luz, Nego Álvaro é um dos destaques da atual safra de sambistas que surgem no Rio de Janeiro.

Outros nomes vêm ganhando visibilidade nas noites cariocas. Uma delas é Moyseis Marques, que com frequência faz shows. Marina Iris e Marcelle Motta também vêm ganhando notoriedade na Cidade Maravilhosa. Amanda Pinheiro e Maria Menezes também se destacam como vozes femininas do samba de raiz no Rio de Janeiro.

O samba hoje no Rio de Janeiro

Samba do Trabalhador, no Andaraí (Foto: Divulgação)

O samba segue como uma tradição no Rio de Janeiro. Há rodas de samba em especial na Zona Norte e no Centro, que mostra uma força do movimento musical que se consolidou no Rio de Janeiro.

Além do Samba do Trabalhador, há outros locais tradicionais, como a Pedra do Sal, localizada na Rua Tia Ciata, na Saúde, o Samba dos Guimarães, em Santa Teresa e o Samba da Volta, no Centro. Também no Centro há o Samba do Sacramento e o Beco do Rato

Rio de Janeiro - RJ
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