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Cinema e TV

Inspirado em lenda da América Latina, filme “A Mulher Que Chora” chega nesta quinta-feira aos cinemas. Saiba mais!

Protagonizado por ator mirim Zayan Medeiros e com Júlia Stockler no elenco, "A Mulher Que Chora" mescla suspense com drama psicológico
Vinicius FaustiniPor Vinicius Faustini8 de abril de 2026Atualizado:8 de abril de 2026
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“A Mulher Que Chora” tem criança como protagonista (Foto: Divulgação / Olhar Filmes

Uma lenda bastante conhecida no folclore da América Latina é o ponto de partida para uma das novidades do cinema brasileiro. Nesta quinta-feira chega ao circuito “A Mulher Que Chora”.

Com direção de George Walker Torres, venezuelano radicado no Brasil, “A Mulher Que Chora” mescla suspense com drama psicológico para falar sobre o olhar de uma criança que é cercada por três gerações de mulheres.

E MAIS: Diretor Bruno Bini fala sobre o trabalho em torno de “Cinco Tipos de Medo”

Lenda envolve filme “A Mulher Que Chora”

A trama de “A Mulher Que Chora” traz olhar de Miguel, interpretado por Zayan Medeiros. O garoto de 7 anos vive em uma casa antiga com três gerações de mulheres. Uma delas é a sua mãe, Elena (vivida por Júlia Stockler), que, traumatizada com o divórcio, se distancia do menino.

Miguel se aproxima de Carmen (papel de Samantha Castillo), uma enigmática imigrante venezuelana, que deixou seu filho no país natal e trabalha como empregada doméstica para a família brasileira. Com o tempo, ela torna-se uma figura materna para o jovem.

Carmem conta diversas histórias a Miguel. Entre elas está a história da “mulher que chora”, muito popular na América Latina. De acordo com o folclore, após ser abandonada pelo marido, uma mulher, em um acesso de desespero e vingança, afogou os próprios filhos em um rio. Queimada viva depois do que fez, ela se transformou em um fantasma errante que vaga à procura dos seus filhos. 

Cineasta detalha o que envolve a trama de “A Mulher Que Chora”

Samantha Catillo e Zayan Medeiros em “A Mulher Que Chora” (Foto: Divulgação / Olhar-Filmes)

O diretor George Walker Torres conta o que marca a trama de seu filme:

-É um filme delicado, um drama contado de forma poética e obscura. A atmosfera de mistério e suspense traz uma tensão constante, promovendo reflexões sociais por meio do olhar inocente e questionador de uma criança – declarou.

A história da “mulher que chora” contada por Carmen intriga e emociona o garoto. E ela acaba se tornando uma obsessão quando Miguel descobre que uma velha mulher sem-teto vive com seu cão na floresta tropical selvagem que contorna a casa. O garoto acredita que essa figura é a “mulher que chora”, que veio para levá-lo embora. Mesmo assustado, ele toma a decisão de entrar na mata para encontrá-la pois acredita que a mulher fantasma precisa de sua ajuda.

-A estética visual da produção é marcada por um contexto opressivo, com jogos de claro-escuro e cores não saturadas, que remetem à pintura barroca. A intenção é criar um universo denso e expressivo, que reflita o mundo interior dos personagens – disse.

“A Mulher Que Chora” rendeu prêmio para Júlia Stockler

Júlia Stockler ganhou prêmio em Sevilha (Foto: Divulgação / Olhar Filmes)

“A Mulher Que Chora” desembarca nos cinemas prestigiado. O Sevilla Indie Film Festival concedeu a Júlia Stockler o prêmio de Melhor Atriz Coadjuvante em Longa-Metragem. “A Mulher Que Chora” recebeu o Prêmio Bronze de Melhor Filme no festival.

Conhecido por seus trabalhos como roteirista nos filmes “Marighella”, de Wagner Moura, e “Rio de Desejo”, de Sérgio Machado, George Walker Torres também tem à sua disposição como diretor em “A Mulher Que Chora” as atrizes Rosana Stavis, Regina Vogue e Nena Inoue..

O filme combina drama psicológico e suspense em uma atmosfera misteriosa e uma narrativa que explora a solidão, alienação, perdas e conflitos.



Rio de Janeiro - RJ
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