Fechar menu
  • Início
  • Animais e Pets
  • Astrologia e Esoterismo
  • Casa e Decoração
  • Cidadania
    • Direitos e Deveres
    • Documentação e Serviços
    • Justiça e Legislação
  • Comportamento
    • Família e Relacionamentos
  • Cultura
  • Economia
    • Finanças Pessoais
    • Impostos e Contribuições
    • Investimentos e Negócios
  • Educação
    • Concursos Públicos
    • Educação Escolar
    • ENEM e Vestibulares
    • Orientação Profissional
  • Empregos e Carreiras
  • Entretenimento
    • Cinema e TV
    • Música e Cultura Pop
  • Espiritualidade
  • Esportes
  • Gastronomia
    • Receitas
  • Loterias e apostas
  • Meio Ambiente
  • Moda e Beleza
  • Política
  • Saúde e Bem-Estar
    • Bem-Estar
    • Nutrição e Alimentação
    • Saúde Mental e Emocional
  • Segurança
  • Tecnologia
  • Tempo
  • Transporte e Trânsito
  • Viagens e Turismo
  • Política de privacidade e termos de uso
  • Expediente
Facebook X (Twitter) Instagram
Instagram Facebook YouTube
Facttual
  • Últimas notícias
  • Rio de Janeiro
  • Política
  • Economia
  • Entretenimento
  • Saúde e Bem-Estar
Facttual
Início » Entretenimento » Cinema e TV
Cinema e TV

Clássico do cinema, “Metrópolis” completa 100 anos e será tema de mostra com filmes raros. Veja os detalhes!

"Metrópolis" renderá mostra gratuita na Caixa Cultural Rio durante o mês de agosto
Vinicius FaustiniPor Vinicius Faustini31 de julho de 2026
WhatsApp Facebook Telegram Twitter LinkedIn Pinterest Tumblr Reddit Email VKontakte Copiar Link
Siga-nos
Facebook Instagram YouTube
Cena de “Metrópolis”, de Fritz Lang (Foto: Divulgação)

Um dos filmes mais marcantes da história do cinema é celebrado em grande estilo. “Metrópolis”, de Fritz Lang, chega a 100 anos com direito à mostra temática “Um século de Metrópolis: da invenção do futuro às ruínas do sonho moderno”.

Para celebrar os 100 anos de “Metrópolis”, serão exibidos 69 filmes consagrados e raros de diferentes épocas e nacionalidades. O evento vai ocorrer na CAIXA Cultural Rio de Janeiro, Unidade Passeio (na Rua do Passeio, 38 – Centro), de 4 a 23 de agosto, com ingressos e todas as atividades inteiramente gratuitos.

“Metrópolis” será exibido em sessão única e especial

(Foto: Divulgação)

Dirigida por Fritz Lang, um dos principais nomes do cinema alemão, “Metrópolis”, lançada em 1927, apresenta uma trama futurista ambientada 100 anos depois. O filme terá uma exibição única no dia 21 de agosto, às 17h, com acompanhamento musical ao vivo pelo cantor e compositor Negro Leo. 

Ao abordar temáticas como o avanço tecnológico, científico e industrial, a relação homem e máquina e a luta de classes, o longa, que é tanto uma ficção científica distópica quanto utópica, se tornou um marco da tendência futurista do século XX, refletindo um projeto urbanístico e arquitetônico da metrópole moderna.

“Metrópolis” abre caminho para mostra que reflete futurismo

(Foto: Divulgação)

A partir da seleção fílmica e de outras atividades, a mostra busca revisitar essas discussões mobilizadas por “Metrópolis”, desenvolvendo os temas da obra ao longo dos 100 anos que separam o tempo atual, época imaginada pelo filme, do tempo de seu lançamento. A curadora Manoela Caldas destaca: “Se o futurismo é consequência da crença no projeto de desenvolvimento tecnológico da modernidade, o presente é marcado por uma sensação de perda do futuro, ou, mais propriamente, por uma crise de imaginação do futuro, quando nos vemos diante das catástrofes causadas por esse mesmo projeto.”

Entre os títulos da mostra, que serão exibidos em DCP, estão longas e curtas-metragens de diretores consagrados e que foram pouco exibidos no Brasil. São o caso de “O Deserto Vermelho” (1964), do italiano Michelangelo Antonioni, que conquistou o Leão de Ouro e o Prêmio FIPRESCI, da crítica internacional, no Festival de Veneza, de “Mundo por um Fio” (1973), do alemão R. W. Fassbinder, e de “Playtime – Tempo de Diversão” (1967), do francês Jacques Tati. Além disto, estão na mostra “História de Taipei” (1985), do taiwanês Edward Yang, vencedor do Prêmio FIPRESCI no Festival de Locarno, “Em Algum Lugar, Alguém” (1972), da francesa Yannick Bellon, “Sob a Pele da Cidade” (2001), da iraniana Rakhshan Bani-E’temad, “Palermo ou Wolfsburg” (1980), do alemão Werner Schroeter, ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlim e “O Auge do Humano” (2016), do argentino Eduardo Williams, vencedor de Melhor Filme na seção Cineasti del Presente, do Festival de Locarno. 

Além da programação fílmica, o evento contará com atividades paralelas, como: um curso de três aulas, com tradução simultânea para o português, ministrado pelo pesquisador argentino Fernando Martín Peña, especialista no longa “Metrópolis” e responsável por descobrir a cópia completa do filme, dada como perdida e restaurada em 2010; e três debates, com tradução para Libras, que procuram discutir os desdobramentos do longa dirigido por Lang em relação à atualidade. 

Também será distribuído de forma gratuita um catálogo com textos inéditos e traduções de textos já consagrados sobre o tema, além de um caderno de fotografias dos bastidores e inspirações do filme para aqueles que comparecerem a, pelo menos, um evento da programação.

Pedro Henrique Ferreira, um dos curadores, também detalha como a mostra foi pensada: “Nossa seleção partiu menos das influências literais que ‘Metrópolis’ exerceu sobre outros filmes e mais de certos motes que o filme de Lang/Harbou evoca: a metrópole como projeto urbanístico, a fábrica como espaço do trabalho e o operário como protótipo de classe, as relações entre humano e máquina, etc. A curadoria procura observar o desenvolvimento iconográfico destes temas ao longo da história do cinema e destes cem anos, não para esgotá-los, mas, sim, para traçar paralelos, choques dialéticos e fricções centrífugas entre ‘Metrópolis’ e outros filmes, com o intuito de fornecer ao espectador material para pensar estes problemas.”

Para mais informações, acesse o site da CAIXA Cultural Rio de Janeiro ou a página do Instagram, @umseculodemetropolis. A mostra “Um século de Metrópolis: da invenção do futuro às ruínas do sonho moderno” é uma realização da Dilúvio Produções, com o apoio institucional do Consulado da França e do Instituto Goethe.

Programação inclui filmes brasileiros

(Foto: Divulgação)

A filmografia da mostra em homenagem a “Metrópolis” inclui produções brasileiras. O curta “Brasília, Contradições de uma Cidade Nova”, de Joaquim Pedro de Andrade, e o longa “Era Uma Vez Brasília”, de Adriley Queirós, estão na lista.

“São Paulo, Sociedade Anônima”, de Luiz Sérgio Person, e “Garotas do ABC”, de Carlos Reichembach, também foram incluídas. “Abrigo Nuclear”, de Roberto Pires, é outra obra na lista.

Veja a programação completa

 FILMOGRAFIA

  1. A Conquista do Céu (Ferdinand Zecca, 1901, 1 min., França) 
  2. Viagem Através do Impossível (Georges Méliès, 1904, 23 min., França) 
  3. O Dirigível Fantástico, ou o Pesadelo de um Inventor (Georges Méliès, 1905, 3 min., França)
  4. Hotel Elétrico (Segundo de Chomón, 1908, 9 min., França)
  5. A Polícia do Ano 2000 (Direção não identificada; produção Gaumont, 1910, 4 min., França)
  6. Matrimônio Interplanetário (Enrico Novelli, 1910, 11 min., Itália)
  7. O Motorista Automático (Walter R. Booth, 1911, 10 min., Reino Unido)
  8. A Conquista do Polo (Georges Méliès, 1912, 27 min., França)
  9. Manhatta (Paul Strand e Charles Sheeler, 1921, 10 min., Estados Unidos)
  10. O Futurista Fugitivo (Gaston Quiribet, 1924, 11 min., Reino Unido)
  11. Aelita, a Rainha de Marte (Yakov Protazanov, 1924, 80 min., União Soviética)
  12. Metrópolis (Fritz Lang, 1927, 150 min., Alemanha)
  13. A Ilha de Vinte e Quatro Dólares (Robert Flaherty, 1927, 13 min., Estados Unidos) 
  14. A Mulher na Lua (Fritz Lang, 1929, 168 min., Alemanha)
  15. A Casa no Vulcão (Hamo Beknazarian, 1929, 63 min., Armênia)
  16. A Nós a Liberdade (René Clair, 1931, 83 min., França) 
  17. Kuhle Wampe, ou A Quem Pertence o Mundo? (Slatan Dudow, 1932, 75 min.)
  18. A História de Louisiana (Robert J. Flaherty, 1948, 78 min., Estados Unidos)
  19. N.Y., N.Y. (Francis Thompson, 1957, 15 min., Estados Unidos)
  20. Poema do Mar (Yuliya Solntseva, 1958, 95 min., Ucrânia)
  21. Broadway Iluminada (William Klein, 1958, 10 min., França / Estados Unidos)
  22. Bridges-Go-Round (Shirley Clarke, 1958, 8 min., Estados Unidos)
  23. Arranha-Céu (Shirley Clarke, 1959, 20 min., Estados Unidos) 
  24. A Grande Cidade (Satyajit Ray, 1963, 135 min., Índia)
  25. O Deserto Vermelho (Michelangelo Antonioni, 1964, 117 min., Itália / França) 
  26. São Paulo, Sociedade Anônima (Luiz Sergio Person, 1965, 109 min., Brasil)
  27. Brasília, Contradições de uma Cidade Nova (Joaquim Pedro de Andrade, 1967, 24 min., Brasil)
  28. Playtime – Tempo de Diversão (Jacques Tati, 1967, 124 min., França / Itália)
  29. Indústria (Ana Carolina, 1969, 12 min., Brasil)
  30. Em Algum Lugar, Alguém (Yannick Bellon, 1972, 93 min., França / Alemanha Ocidental)
  31. Mundo por um Fio – Parte I (Rainer Werner Fassbinder, 1973, 90 min., Alemanha Ocidental)
  32. Mundo por um Fio – Parte II (Rainer Werner Fassbinder, 1973, 90 min., Alemanha Ocidental)
  33. Megalópolis (Leon Hirszman, 1973, 11 min., Brasil)
  34. Organismo (Hilary Harris, 1975, 20 min., Estados Unidos)
  35. Vivendo na Corda Bamba (Paul Schrader, 1978, 114 min., Estados Unidos)
  36. As Mãos Negativas (Marguerite Duras, 1978, 14 min., França)
  37. Indústria e Fotografia (Harun Farocki, 1979, 44 min., Alemanha Ocidental)
  38. Palermo ou Wolfsburg (Werner Schroeter, 1980, 173 min., Alemanha Ocidental / Suíça)
  39. Abrigo Nuclear (Roberto Pires, 1981, 86 min., Brasil)
  40. Blade Runner – O Caçador de Androides (Ridley Scott, 1982, 117 min., Estados Unidos)
  41. Kamikaze ’89 (Wolf Gremm, 1982, 106 min., Alemanha Ocidental)
  42. 2084: Videoclipe para a Reflexão e o Prazer dos Sindicatos (Chris Marker, 1984, 10 min., França)
  43. Dos Relatórios dos Serviços de Vigilância e Patrulha Nº 1 (Helke Sander, 1984, 11 min., Alemanha Ocidental)
  44. O-Bi, O-Ba, O Fim da Civilização (Piotr Szulkin, 1985, 86 min., Polônia)
  45. História de Taipei (Edward Yang, 1985, 110 min., Taiwan)
  46. Cartas de um Homem Morto (Konstantin Lopushansky, 1986, 87 min., União Soviética)
  47. A Garota da Fábrica de Fósforos (Aki Kaurismäki, 1990, 69 min., Finlândia / Suécia)
  48. Lições da Escuridão (Werner Herzog, 1992, 54 min., Alemanha / França / Reino Unido)
  49. A Saída dos Operários da Fábrica (Harun Farocki, 1995, 36 min., Alemanha / França / Áustria) 
  50. Sob a Pele da Cidade (Rakhshan Bani-E’temad, 2001, 92 min., Irã) 
  51. Pulse (Kiyoshi Kurosawa, 2001, 118 min., Japão) 
  52. Garotas do ABC (Carlos Reichenbach, 2003, 130 min., Brasil)
  53. Em Busca da Vida (Jia Zhangke, 2006, 108 min., China / Hong Kong)
  54. O Tombar da Noite em Xangai (Chantal Akerman, 2007, 14 min., Portugal / Bélgica / França)
  55. California Company Town (Lee Anne Schmitt, 2008, 76 min., Estados Unidos) 
  56. Operários Saindo da Fábrica (Dubai) (Ben Russell, 2008, 7 min., Emirados Árabes / Estados Unidos) 
  57. Séance (Christoph Hochhäusler, 2009, 9 min., Alemanha)
  58. The Yellow Bank (J. P. Sniadecki, 2010, 27 min., China / Estados Unidos)
  59. Leviatã (Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel, 2012, 87 min., Estados Unidos)
  60. Ah, humanidade! (Lucien Castaing-Taylor, Véréna Paravel e Ernst Karel, 2015, 23 min., Estados Unidos)
  61. O Auge do Humano (Eduardo Williams, 2016, 100 min., Argentina)
  62. Amérika: Bahía de las Flechas (Ana Vaz, 2016, 9 min., Brasil / República Dominicana)
  63. Era Uma Vez Brasília (Adirley Queirós, 2017, 99 min., Brasil)
  64. Fordlandia Malaise (Susana de Sousa Dias, 2019, 41 min., Portugal / Brasil)
  65. Ar-Condicionado (Fradique, 2020, 73 min., Angola)
  66. O Semeador de Estrelas (Lois Patiño, 2022, 25 min., Espanha)
  67. É Noite na América (Ana Vaz, 2022, 66 min., Brasil)
  68. O Auge do Humano 3 (Eduardo Williams, 2023, 121 min., Argentina)
  69. Fordlândia Panacea (Susana de Sousa Dias, 2025, 67 min., Portugal / Brasil)

PROGRAMAÇÃO

TER 4/8

15h00 Ficção Científica Silenciosa: A Conquista do Céu (Ferdinand Zecca, 1901, 1 min.) + Viagem Através do Impossível (Georges Méliès, 1904, 24 min.) + O Dirigível Fantástico, ou o Pesadelo de um Inventor (Georges Méliès, 1905, 3 min.) + Matrimônio Interplanetário (Enrico Novelli, 1910, 11 min.) + Hotel Elétrico (Segundo de Chomón, 1908, 9 min.) + A Polícia do Ano 2000 (Gaumont, 1910, 4 min.) + O Motorista Automático (Walter R. Booth, 1911, 10 min.) + A Conquista do Polo (Georges Méliès, 1912, 27 min.) + O Futurista Fugitivo (Gaston Quiribet, 1924, 11 min.)

17h30 Sessão de Abertura: Seánce (Christoph Hochhäusler, 2009, 9 min.) + Aelita, a Rainha de Marte (Yakov Protazanov, 1924, 113 min.)

QUA 5/8

14h20 Abrigo Nuclear (Roberto Pires, 1981, 86 min.)

16h20 O-Bi O-Ba, O Fim da Civilização (Piotr Szulkin, 1985, 86 min.)

18h10 Cartas de um Homem Morto (Konstantin Lopushansky, 1986, 87 min.) 

QUI 6/8

13h50 Megalópolis (Leon Hirszman, 1973, 11 min.) + São Paulo, Sociedade Anônima (Luiz Sergio Person, 1965, 109 min.)

16h20 Brasília, Contradições de uma Cidade Nova (Joaquim Pedro de Andrade, 1967, 24 min.) + Era Uma Vez Brasília (Adirley Queirós, 2017, 99 min.) + bate-papo Metrópoles do Brasil,com Hernani Heffner e Frederico Benevides (com tradução para Libras)

SEX 7/8

14h00 É Noite na América (Ana Vaz, 2022, 66 min.) + Amérika: Bahía de las Flechas (Ana Vaz, 2016, 9 min.)

15h40 Poema do Mar (Yuliya Solntseva, 1958, 95 min.) 

17h40 Em Busca da Vida (Jia Zhangke, 2006,108 min.)

SÁB 8/8

13h50 Pulse (Kiyoshi Kurosawa, 2001, 118 min.)

16h10 California Company Town (Lee Anne Schmitt, 2008, 76 min.)

17h50 Fordlandia Malaise (Susana de Sousa Dias, 2019, 41 min.) + Fordlândia Panacea (Susana de Sousa Dias, 2025, 62 min.)

DOM 9/8

15h30 Blade Runner – O Caçador de Androides (Ridley Scott, 1982, 117 min.)

TER 11/8

14h00 A Nós a Liberdade (René Clair, 1931, 83 min.)  

15h50 Kuhle Wampe, ou A Quem Pertence o Mundo? (Slatan Dudow, 1932, 75 min.)

17h40 Vivendo na Corda Bamba (Paul Schrader, 1978, 114 min.)

QUA 12/8

14h00 A História de Louisiana (Robert Flaherty, 1948, 78 min.)

15h50 A Casa no Vulcão (Hamo Beknazarian, 1929, 63 min.) + Lições da Escuridão (Werner Herzog, 1992, 54 min.)

18h10 Debate Metrópolis inundada: cidades do futuro, catástrofes do presente, com Thiago Canettieri e Ana Paula Morel (com tradução para Libras) 

QUI 13/8

13h30 Minicurso com Fernando Martín Peña (com tradução simultânea para o português)

15h30 A Grande Cidade (Satyajit Ray, 1963, 135 min.)

18h10 Sob a Pele da Cidade (Rakhshan Bani-E’temad, 2001, 92 min.)

SEX 14/8

13h30 Minicurso com Fernando Martín Peña (com tradução simultânea para o português)

15h20 Dos Relatórios dos Serviços de Segurança e Patrulha Nº 1 (Helke Sander, 1985, 11 min.) + O Deserto Vermelho (Michelangelo Antonioni, 1964, 117 min.)

17h50 As Mãos Negativas (Marguerite Duras, 1978, 14 min.) + Em Algum Lugar, Alguém (Yannick Bellon, 1972, 93 min.)

SÁB 15/8

13h30 Minicurso com Fernando Martín Peña (com tradução simultânea para o português)

15h20 Playtime – Tempo de Diversão (Jacques Tati, 1967, 124 min.)

17h50 Ah, humanidade! (Lucien Castaing-Taylor, Véréna Paravel e Ernst Karel, 2015, 23 min.) + Leviatã (Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel, 2012, 87 min.)

DOM 16/8

14h00 Mundo por um Fio – Parte I (Rainer Werner Fassbinder, 1973, 90 min.)

16h00 Mundo por um Fio – Parte II (Rainer Werner Fassbinder, 1973, 90 min.)

TER 18/8

15h30 Manhatta (Paul Strand e Charles Sheeler, 1921, 10 min.) + A Ilha de Vinte e Quatro Dólares (Robert Flaherty, 1927, 13 min.) + N.Y., N.Y. (Francis Thompson, 1957, 15 min.) + Broadway Iluminada (William Klein, 1958, 10 min.) + Bridges-Go-Round (Shirley Clark, 1958, 8 min.) + Arranha-Céu (Shirley Clark, 1959, 20 min.) + Organismo (Hilary Harris, 1975, 20 min.)

17h30 Kamikaze ‘89 (Wolf Gremm, 1983, 106 min.)

QUA 19/8

13h40 Indústria (Ana Carolina, 1969, 12 min.) + Garotas do ABC (Carlos Reichenbach, 2003, 130 min.)

16h30 Indústria e Fotografia (Harun Farocki, 1979, 44 min.) + A Saída dos Operários da Fábrica (Harun Farocki, 1995, 36 min.) + 2084: Videoclipe para a Reflexão e o Prazer dos Sindicatos (Chris Marker, 1984, 10 min.)

18h25 A Garota da Fábrica de Fósforos (Aki Kaurismäki, 1990, 69 min.)

QUI 20/8

14h30 O Tombar da Noite em Xangai (Chantal Akerman, 2007, 14 min.) + The Yellow Bank (J. P. Sniadecki, 2010, 27 min.) + O Semeador de Estrelas (Lois Patiño, 2022, 25 min.) + Operários Saindo da Fábrica (Dubai) (Ben Russell, 2008, 7 min.)

16h00 O Auge do Humano (Eduardo Williams, 2016, 100 min.)

18h00 Debate O monstro tecnológico: humanos, máquinas e seus híbridos,com Luiz Carlos Oliveira Jr. e Zoy Anastassakis (com tradução para Libras)

SEX 21/8

13h30 A Mulher na Lua (Fritz Lang, 1929, 168 min.)

17h00 Sessão de Metrópolis (Fritz Lang, 1927, 150 min.), com acompanhamento musical ao vivo de Negro Leo

SÁB 22/8

13h40 Ar-condicionado (Fradique, 2020, 73 min.)

15h15 História de Taipei (Edward Yang, 1985, 110 min.)

17h30 O Auge do Humano 3 (Eduardo Williams, 2023, 121 min.)

DOM 23/8

14h40 Palermo ou Wolfsburg (Werner Schroeter, 1980, 173 min.)

ATIVIDADES

Minicurso com Fernando Martín Peña (tradução simultânea para o português) 

13, 14 e 15/8 às 13h30

Fernando Martín Peña é pesquisador, historiador e crítico de cinema argentino, reconhecido por seu trabalho de preservação e difusão do patrimônio cinematográfico. Foi o principal responsável pela descoberta da cópia completa de Metrópolis, em Buenos Aires, 2008. O minicurso abordará o filme e o seu legado para a história do cinema.

Bate-papo Metrópoles do Brasil (*colocar emoji de Libras) 

6/8, após a sessão de Brasília, Contradições de uma Cidade Nova e Era Uma Vez Brasília (16h20)

Hernani Heffner (pesquisador)

Frederico Benevides (montador de Era Uma Vez Brasília)

Debate Metrópolis inundada: cidades do futuro, catástrofes do presente (*colocar emoji de Libras) 

12/8 às 18h10

Thiago Canettieri (Prof. do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG)

Ana Paula Morel (Prof.a do Departamento Sociedade, Educação e Conhecimento da UFF)

Debate O monstro tecnológico: humanos, máquinas e seus híbridos (*colocar emoji de Libras) 

20/8 às 18h00

Luiz Carlos Oliveira Jr. (Prof. de Cinema e Audiovisual da UFF)

Zoy Anastassakis (Prof.a Associada e Diretora da ESDI/UERJ)

Sessão de Metrópolis, com acompanhamento musical ao vivo de Negro Leo

21/8 às 17h00

SERVIÇO

Um século de Metrópolis: da invenção do futuro às ruínas do sonho moderno

Data: 4 a 23 de agosto

Local: CAIXA Cultural Rio de Janeiro – Unidade Passeio – Rua do Passeio, 38 – Centro, Rio de Janeiro/RJ

Funcionamento do espaço: terça a sábado, das 10h às 20h – domingos e feriados, das 11h às 18h

Bilheteria: terça a sábado, das 13h às 19h – domingos e feriados das 13h às 18h

Classificação etária: consulte a programação

Retirada de ingressos para os filmes: 30 minutos antes de cada sessão ou atividade programada

Informações: 

Telefone: (21) 3083-2595 

Instagram: @caixaculturalrj 

Site: www.caixacultural.gov.br 

Acesso para pessoas com deficiência

Assessoria de imprensa:    

Inserindo imagem...

Anna Luiza Muller

Sara Lopes | [email protected] 

Instagram @primeiroplanocom | www.primeiroplanocom.com.br   

SINOPSES

A Conquista do Céu (À la Conquête de L’Air, Ferdinand Zecca, 1901, 1 min., França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Um homem pilota uma máquina voadora sobre os telhados de Paris. Por meio de trucagens e da composição de imagens, o curta imagina o voo mecânico antes das primeiras experiências bem-sucedidas na aviação.

Viagem Através do Impossível (Le Voyage à Travers L’Impossible, Georges Méliès, 1904, 23 min., França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Uma sociedade de estudiosos organiza uma expedição fantástica ao redor do mundo. Em veículos que se transformam sucessivamente em automóvel, trem e submarino, os viajantes atravessam os Alpes, chegam ao Sol e retornam à Terra numa sucessão de truques e cenários imaginativos.

O Dirigível Fantástico, ou o Pesadelo de um Inventor (Le Dirigeable Fantastique ou Le Cauchemar d’un Inventeur, Georges Méliès, 1905, 3 min., França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Depois de trabalhar no projeto de uma máquina voadora, um inventor adormece e sonha com um dirigível extraordinário. A fantasia logo assume a forma de um pesadelo cômico, povoado por aparições e transformações típicas do cinema de trucagens de Méliès.

Matrimônio Interplanetário (Un Matrimonio Interplanetario, Enrico Novelli, 1910, 11 min., Itália)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Um astrônomo viaja até Saturno para celebrar um casamento entre habitantes de planetas distintos. 

Hotel Elétrico (Hôtel Électrique, Segundo de Chomón, 1908, 9 min., França)

Classificação indicativa: Livre 

Sinopse: Num hotel totalmente automatizado, malas se desfazem sozinhas, escovas penteiam os hóspedes e objetos executam todas as tarefas domésticas. Quando o sistema perde o controle, a promessa de conforto tecnológico se converte numa coreografia caótica.

A Polícia do Ano 2000 (La Police en L’An 2000, direção não identificada, produção Gaumont, 1910, 4 min., França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: No futuro, policiais patrulham a cidade a partir de uma aeronave equipada com mecanismos de vigilância e captura. O curta imagina um aparato policial aéreo capaz de detectar crimes e intervir imediatamente no espaço urbano.

O Motorista Automático (The Automatic Motorist, Walter R. Booth, 1911, 10 min., Reino Unido)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Um casal confia sua viagem a um motorista mecânico, mas o autômato conduz o carro por uma rota delirante: atravessa o espaço, visita outros mundos e mergulha no oceano.

A Conquista do Polo (À la Conquête du Pôle, Georges Méliès, 1912, 28 min., França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Exploradores de várias nacionalidades partem numa aeronave em direção ao Polo Norte. Entre acidentes, paisagens fantásticas e o encontro com o gigantesco Homem das Neves, Méliès transforma a corrida científica ao Ártico em aventura de imaginação desmedida.

Manhatta (Manhatta, Paul Strand e Charles Sheeler, 1921, 10 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Imagens do porto, das ruas, dos arranha-céus e das multidões compõem um retrato lírico de Manhattan ao longo de um dia.

O Futurista Fugitivo (The Fugitive Futurist, Gaston Quiribet, 1924, 11 min., Reino Unido)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Um perdedor habitual na pista de corrida é abordado por um homem que afirma ser um inventor de uma máquina que pode ver o futuro; mas ela pode prever o vencedor da corrida de amanhã?

Aelita, a Rainha de Marte (Аэлита, Yakov Protazanov, 1924, 113 min., União Soviética)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: O engenheiro Los sonha que viaja a Marte, onde a rainha Aelita observa a Terra e governa uma sociedade rigidamente dividida. Romance, revolução e fantasia construtivista se misturam, enquanto os conflitos terrestres são projetados no Planeta Vermelho.

Metrópolis (Metropolis, Fritz Lang, 1927, 150 min., Alemanha)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Numa cidade futurista dividida entre a elite que vive na superfície e trabalhadores confinados no subsolo, o filho do governante descobre a violência que sustenta a metrópole. A figura de uma operária, e seu duplo robótico, desencadeia uma crise social de grande escala.

A Ilha de Vinte e Quatro Dólares (Twenty-Four Dollar Island, Robert Flaherty, 1927, 13 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre 

Sinopse: Ensaio visual sobre Manhattan, das águas e embarcações que cercam a ilha às grandes estruturas de concreto que definem seu horizonte. O título alude ao valor tradicionalmente associado à compra da ilha pelos colonizadores holandeses.

A Mulher na Lua (Frau im Mond, Fritz Lang, 1929, 168 min., Alemanha)

Classificação indicativa: 10 anos 

Sinopse: A descoberta da possível existência de ouro na Lua leva cientistas, empresários e aventureiros a uma expedição espacial. Rivalidades econômicas e afetivas acompanham uma viagem encenada com atenção inédita aos procedimentos técnicos do lançamento de um foguete.

A Casa no Vulcão (Дом на вулкане, Hamo Beknazarian, 1929, 63 min., Armênia)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Num centro de exploração petrolífera do Cáucaso, trabalhadores enfrentam condições brutais e organizam uma greve contra os proprietários. A narrativa associa a violência industrial e política à imagem de uma sociedade construída sobre forças prestes a entrar em erupção.

A Nós a Liberdade (À Nous la Liberté, René Clair, 1931, 83 min., França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Dois amigos se separam após uma fuga da prisão. Um deles se torna industrial e comanda uma fábrica cuja linha de montagem reproduz a disciplina carcerária; o reencontro entre os dois expõe, em tom musical e satírico, as contradições do trabalho mecanizado.

Kuhle Wampe ou A Quem Pertence o Mundo? (Kuhle Wampe Oder: Wem gehört die Welt?, Slatan Dudow, 1932, 75 min., Alemanha)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Em meio ao desemprego em massa na Alemanha da Grande Depressão, Anni e sua família são despejadas e obrigadas a viver no acampamento Kuhle Wampe. Um dos primeiros filmes sonoros alemães.

A História de Louisiana (Louisiana Story, Robert Flaherty, 1948, 78 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Um menino vive com a família nos pântanos da Louisiana, acompanhado de seu guaxinim. A chegada de uma equipe de prospecção de petróleo transforma a paisagem e põe em contato o cotidiano local com a expansão da indústria moderna.

Poema do Mar (Поэма о море, Yuliya Solntseva, 1958, 95 min., Ucrânia)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Moradores de uma aldeia ucraniana se preparam para abandonar suas casas, que serão submersas pela construção de uma grande usina hidrelétrica. Memória, progresso e transformação da paisagem são articulados numa encenação épica e poética.

Broadway Iluminada (Broadway by Light, William Klein, 1958, 10 min., França / Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre 

Sinopse: Letreiros de néon, anúncios e fachadas luminosas da Times Square são filmados como formas abstratas em movimento. A publicidade noturna de Nova York torna-se uma paisagem elétrica, ao mesmo tempo sedutora e impessoal.

Bridges-Go-Round (Bridges-Go-Round, Shirley Clarke, 1958, 8 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Pontes de Nova York são reorganizadas por movimentos de câmera, sobreposições e montagem rítmica. A arquitetura funcional perde sua estabilidade e se transforma numa dança abstrata de aço, linhas, reflexos e luzes.

Arranha-Céu (Skyscraper, Shirley Clarke, 1959, 20 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Registro experimental e bem-humorado da construção do edifício 666, na Quinta Avenida, em Nova York. Trabalhadores, máquinas, estruturas metálicas e ritmos urbanos são montados como uma espécie de comédia musical sobre o nascimento de um arranha-céu.

A Grande Cidade (মহানগর, Satyajit Ray, 1963, 135 min., Índia)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: Em Calcutá, Arati começa a trabalhar como vendedora para ajudar nas finanças da família. Sua crescente independência abala as relações domésticas e revela as tensões entre tradição, trabalho feminino e modernização urbana.

O Deserto Vermelho (Il Deserto Rosso, Michelangelo Antonioni, 1964, 117 min., Itália / França)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Após um acidente, Giuliana atravessa uma crise psíquica enquanto circula por uma paisagem industrial de fábricas, chaminés, navios e resíduos. A cor e o desenho sonoro transformam o ambiente moderno numa expressão física de sua alienação.

São Paulo, Sociedade Anônima (Luiz Sergio Person, 1965, 109 min., Brasil)

Classificação indicativa: 14 anos 

Sinopse: Carlos ascende profissionalmente durante a expansão da indústria automobilística paulista, mas se sente cada vez mais aprisionado pelas exigências do trabalho, do casamento e do consumo. A cidade aparece como motor de prosperidade e de profunda desorientação existencial.

Brasília, Contradições de uma Cidade Nova (Joaquim Pedro de Andrade, 1967, 24 min., Brasil)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: O desenho monumental da nova capital é confrontado com a experiência dos trabalhadores e moradores afastados de seu centro planejado. O documentário questiona a promessa de integração social inscrita no projeto modernista de Brasília.

Playtime – Tempo de Diversão (Playtime, Jacques Tati, 1967, 124 min., França / Itália)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Monsieur Hulot e um grupo de turistas americanos atravessam uma Paris remodelada por vidro, aço, escritórios e produtos padronizados. A inauguração desastrosa de um restaurante revela as falhas, improvisações e formas de convivência que sobrevivem à cidade funcional.

Indústria (Ana Carolina, 1969, 12 min., Brasil)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Ensaio documental sobre a industrialização brasileira, suas imagens de eficiência e o papel do capital estrangeiro. A montagem contrapõe discursos de desenvolvimento às condições concretas do trabalho e da dependência econômica.

Em Algum Lugar, Alguém (Quelque Part Quelqu’un, Yannick Bellon, 1972, 93 min., França / Alemanha Ocidental)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Várias trajetórias solitárias se cruzam em Paris: pessoas envelhecem, trabalham, procuram afeto e tentam estabelecer vínculos numa cidade em transformação. O filme compõe um mosaico sobre isolamento, memória e vida cotidiana.

Mundo por um Fio – Parte I (Welt am Draht, Rainer Werner Fassbinder, 1973, 90 min., Alemanha Ocidental)

Classificação indicativa: 14 anos 

Sinopse: Após a morte misteriosa de um cientista, o novo diretor de um instituto de pesquisa começa a desconfiar do supercomputador que simula uma sociedade inteira. A investigação o leva a questionar a realidade de seu próprio mundo e os interesses corporativos que o governam.

Mundo por um Fio – Parte II (Welt am Draht, Rainer Werner Fassbinder, 1973, 90 min., Alemanha Ocidental)

Classificação indicativa: 14 anos 

Sinopse: Após a morte misteriosa de um cientista, o novo diretor de um instituto de pesquisa começa a desconfiar do supercomputador que simula uma sociedade inteira. A investigação o leva a questionar a realidade de seu próprio mundo e os interesses corporativos que o governam.

Megalópolis (Leon Hirszman, 1973, 11 min., Brasil)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Curta-ensaio sobre o crescimento das grandes cidades brasileiras e a concentração urbana. Imagens de multidões, trânsito, arquitetura e trabalho examinam as promessas e os impasses do processo de metropolização.

N.Y., N.Y. (N.Y., N.Y., Francis Thompson, 1957, 15 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Um dia na vida da cidade e dos cidadãos de Nova York visto pelos olhos fantásticos e por lentes ópticas incrivelmente distorcidas.

Organismo (Organism, Hilary Harris, 1975, 20 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Nova York é observada como um organismo vivo, formado por redes de circulação, energia, comunicação, trabalho e consumo. A montagem aproxima fluxos humanos e sistemas urbanos de processos biológicos, revelando a interdependência das partes da cidade.

Vivendo na Corda Bamba (Blue Collar, Paul Schrader, 1978, 114 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Três operários de uma fábrica de automóveis em Detroit decidem roubar o cofre do sindicato. Em vez de dinheiro, encontram provas de corrupção e passam a ser pressionados por uma estrutura que explora os trabalhadores e transforma a amizade entre eles.

As Mãos Negativas (Les Mains Négatives, Marguerite Duras, 1978, 14 min., França)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Travellings por uma Paris quase vazia, da noite ao amanhecer, acompanham uma voz que evoca as marcas de mãos pré-históricas deixadas em cavernas. A cidade contemporânea é atravessada por um apelo amoroso dirigido através do tempo.

Indústria e Fotografia (Industrie und Fotografie, Harun Farocki, 1979, 44 min., Alemanha Ocidental)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: A partir de fotografias industriais, Farocki investiga como fábricas, máquinas, produtos e trabalhadores são tornados visíveis – ou ocultados – pela imagem técnica. O filme analisa a fotografia como instrumento de documentação, controle e ideologia.

Palermo ou Wolfsburg (Palermo oder Wolfsburg, Werner Schroeter, 1980, 173 min., Alemanha Ocidental / Suíça)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Nicola, um jovem siciliano, migra para Wolfsburg e consegue emprego na fábrica da Volkswagen. O choque cultural, a solidão e a violência atravessam sua tentativa de integração, que culmina num julgamento extenso e teatral.

Abrigo Nuclear (Roberto Pires, 1981, 86 min., Brasil)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Depois de uma catástrofe nuclear, sobreviventes vivem num complexo subterrâneo controlado por uma autoridade tecnocrática. A descoberta de informações ocultadas pelo regime coloca em questão a disciplina, a memória e a possibilidade de retornar à superfície.

Blade Runner – O Caçador de Androides (Blade Runner, Ridley Scott, 1982, 117 min., Estados Unidos / Hong Kong)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Em Los Angeles, no ano de 2019, o ex-policial Rick Deckard recebe a missão de caçar replicantes fugitivos, seres artificiais quase indistinguíveis dos humanos. A investigação põe em crise as fronteiras entre memória, identidade, trabalho e vida.

Kamikaze ’89 (Kamikaze ’89, Wolf Gremm, 1983, 106 min., Alemanha Ocidental)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Numa sociedade futura controlada por um único conglomerado de mídia, o policial Jansen investiga uma ameaça de bomba contra a empresa. A apuração revela paranoia, manipulação informativa e fissuras num sistema aparentemente sem oposição.

2084: Videoclipe para a Reflexão e o Prazer dos Sindicatos (2084: Vidéoclip pour une Réflexion Syndicale et pour le Plaisir, Chris Marker, 1984, 10 min., França)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: Um computador situado em 2084 examina futuros possíveis para o movimento sindical, entre desaparecimento, burocratização e reinvenção. Marker utiliza ficção científica, colagem eletrônica e humor para refletir sobre trabalho e ação coletiva.

Dos Relatórios dos Serviços de Vigilância e Patrulha Nº 1 (Aus Berichten der Wach- und Patrouillendienste Nr. 1, Helke Sander, 1984, 11 min., Alemanha Ocidental)

Classificação indicativa: 12 anos 

Sinopse: Baseado num caso real, o filme acompanha uma mulher que sobe com seus dois filhos no braço de um guindaste para chamar a atenção para uma situação desesperadora.

O-Bi, O-Ba: O Fim da Civilização (O-Bi, O-Ba. Koniec Cywilizacji, Piotr Szulkin, 1985, 86 min., Polônia)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Após uma guerra nuclear, sobreviventes vivem num abrigo subterrâneo em deterioração e aguardam a chegada de uma suposta Arca salvadora. Um funcionário encarregado de sustentar a mentira percebe que a esperança coletiva está prestes a colidir com o colapso material.

História de Taipei (Qing Mei Zhu Ma [青梅竹馬] / Taipei Story, Edward Yang, 1985, 110 min., Taiwan)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Lung, ex-jogador de beisebol ainda ligado ao passado, e Chin, executiva que tenta planejar o futuro, atravessam uma crise afetiva em Taipei. A transformação econômica e arquitetônica da cidade aprofunda a distância entre os dois.

Cartas de um Homem Morto (Pisma Myortvogo Cheloveka [Письма мёртвого человека], Konstantin Lopushansky, 1986, 87 min., União Soviética)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Depois de uma guerra nuclear, um professor se abriga com outros sobreviventes no porão de um museu e escreve cartas ao filho morto. Enquanto o mundo exterior se torna inabitável, o grupo debate culpa, ciência e a possibilidade de se preservar alguma forma de humanidade.

A Garota da Fábrica de Fósforos (Tulitikkutehtaan tyttö, Aki Kaurismäki, 1990, 69 min., Finlândia / Suécia)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Iris executa um trabalho repetitivo numa fábrica de fósforos e vive submetida à indiferença da família. Depois de ser humilhada por um homem com quem se envolve, ela transforma seu silêncio e isolamento num plano de vingança.

Lições da Escuridão (Lektionen in Finsternis, Werner Herzog, 1992, 54 min., Alemanha / França / Reino Unido)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Imagens aéreas dos poços de petróleo incendiados no Kuwait após a Guerra do Golfo são apresentadas como se pertencessem a um planeta desconhecido. A narração e a música convertem a devastação industrial numa visão apocalíptica da ação humana.

A Saída dos Operários da Fábrica (Arbeiter Verlassen die Fabrik, Harun Farocki, 1995, 36 min., Alemanha / França / Áustria)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Partindo do filme dos irmãos Lumière, Farocki percorre um século de imagens de trabalhadores saindo das fábricas.

Sob a Pele da Cidade (Zir-e Poost-e Shahr [زیر پوست شهر], Rakhshan Bani-E’temad, 2001, 92 min., Irã)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Uma operária de uma fábrica têxtil em Teerã tenta manter unida a família em meio a dificuldades econômicas e conflitos geracionais. Um retrato da vida da classe trabalhadora urbana iraniana.

Pulse (Kairo [回路], Kiyoshi Kurosawa, 2001, 119 min., Japão)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Estranhos desaparecimentos e imagens perturbadoras começam a circular pela internet, enquanto manchas escuras se multiplicam pela cidade. Jovens isolados percebem que a rede pode ter aberto uma passagem entre o mundo dos vivos e o dos mortos.

Garotas do ABC (Carlos Reichenbach, 2003, 130 min., Brasil)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Operárias de uma fábrica têxtil no ABC paulista vivem amizades, desejos e conflitos num ambiente marcado pela exploração do trabalho e pela violência política. A relação entre Aurélia e um jovem ligado a um grupo neonazista tensiona o cotidiano coletivo.

Em Busca da Vida (Sanxia haoren [三峡好人] / Still Life, Jia Zhangke, 2006, 108 min., China / Hong Kong)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Um mineiro e uma enfermeira chegam separadamente a Fengjie em busca de antigos companheiros. Enquanto bairros inteiros são demolidos para a construção da Barragem das Três Gargantas, suas buscas pessoais se confundem com o desaparecimento físico e social da cidade.

O Tombar da Noite em Xangai (Tombée de Nuit sur Shanghai, Chantal Akerman, 2007, 14 min., Portugal / Bélgica / França)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: A câmera fixa acompanha o crepúsculo sobre Xangai, enquanto edifícios e anúncios luminosos gradualmente ocupam a paisagem. A passagem do dia para a noite revela a cidade como superfície de luz, comércio e transformação contínua.

California Company Town (California Company Town, Lee Anne Schmitt, 2008, 76 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: Um percurso por antigas cidades empresariais da Califórnia investiga comunidades criadas em torno de minas, fábricas, madeira e agricultura. Ruínas, arquivos e relatos revelam os efeitos duradouros da exploração econômica sobre trabalho, ambiente e memória.

Operários Saindo da Fábrica (Dubai) (Workers Leaving the Factory [Dubai], Ben Russell, 2008, 7 min., Emirados Árabes Unidos / Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Filmados frontalmente ao fim do expediente, trabalhadores deixam uma fábrica em Dubai. A referência direta aos irmãos Lumière desloca o gesto fundador do cinema para o contexto contemporâneo da migração laboral e da economia global.

Séance (Séance, Christoph Hochhäusler, 2009, 9 min., Alemanha)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: Num futuro em que a humanidade teria migrado para a Lua, vestígios culturais da Alemanha são evocados como sinais de um mundo perdido. O curta combina ficção científica e ensaio para refletir sobre memória nacional e sobrevivência das imagens.

The Yellow Bank (The Yellow Bank, J. P. Sniadecki, 2010, 27 min., China / Estados Unidos)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Durante um eclipse solar em Xangai, mudanças de luz, clima e som redesenham a experiência da cidade e do rio Huangpu. A observação sensorial aproxima arquitetura, fenômenos naturais e movimentos cotidianos.

Leviatã (Leviathan, Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel, 2012, 87 min., Estados Unidos / França / Reino Unido)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Câmeras instaladas num barco de pesca industrial registram homens, máquinas, aves, peixes e ondas no Atlântico Norte. Sem narração explicativa, o filme produz uma experiência física do trabalho marítimo e do confronto entre exploração humana e forças naturais.

Ah, Humanidade! (Ah Humanity!, Ernst Karel, Lucien Castaing-Taylor e Véréna Paravel, 2015, 23 min., Estados Unidos)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Tomando como ponto de partida o terremoto, o tsunami e o desastre nuclear de Fukushima, a instalação reflete sobre a fragilidade humana no Antropoceno. Imagens captadas por telefone através de um telescópio e uma composição sonora sísmica produzem uma visão distante e apocalíptica da modernidade.

O Auge do Humano (El Auge del Humano, Eduardo Williams, 2016, 100 min., Argentina / Brasil / Portugal)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Jovens na Argentina, em Moçambique e nas Filipinas circulam entre trabalhos precários, amizades, internet e paisagens tropicais. Passagens inesperadas conectam continentes e dissolvem as fronteiras entre espaço físico, vida cotidiana e circulação digital.

Amérika: Bahía de las Flechas (Amérika: Bahía de las Flechas, Ana Vaz, 2016, 9 min., Brasil / República Dominicana)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: No lago Enriquillo, na República Dominicana, transformações ecológicas do presente se cruzam com a memória da resistência taína à chegada de Colombo. A câmera, concebida como uma flecha ou corpo estrangeiro, procura reativar esse gesto histórico no território.

Era Uma Vez Brasília (Adirley Queirós, 2017, 99 min., Brasil)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Um agente intergaláctico enviado para assassinar Juscelino Kubitschek se perde no tempo e chega à Ceilândia de 2016.

Fordlandia Malaise (Susana de Sousa Dias, 2019, 41 min., Portugal / Brasil)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: Arquivos, imagens atuais e testemunhos reconstroem a memória de Fordlândia, cidade empresarial criada por Henry Ford na Amazônia em 1928.

Ar-Condicionado (Ar Condicionado, Fradique, 2020, 73 min., Angola)

Classificação indicativa: 12 anos

Sinopse: Quando aparelhos de ar-condicionado começam a cair misteriosamente dos edifícios de Luanda, o segurança Matacedo e a empregada Zezinha precisam recuperar o aparelho do chefe. A busca os leva a uma oficina onde uma máquina parece capaz de guardar memórias.

O Semeador de Estrelas (El Sembrador de Estrellas, Lois Patiño, 2022, 25 min., Espanha)

Classificação indicativa: Livre

Sinopse: À noite, as luzes de Tóquio flutuam sobre a água e se transformam em constelações. Vozes conduzem uma viagem contemplativa por barcos, reflexos e edifícios, até que a metrópole pareça um cosmos habitado por seres adormecidos.

É Noite na América (Ana Vaz, 2022, 66 min., Brasil, França e Itália)

Classificação indicativa: 14 anos

Sinopse: Entre documentário e fabulação, o filme acompanha animais silvestres em meio às transformações da paisagem urbana de Brasília. Uma reflexão sobre as fronteiras entre espécies e os efeitos da urbanização sobre diferentes formas de vida.

O Auge do Humano 3 (El Auge del Humano 3, Eduardo Williams, 2023, 121 min., Argentina / Portugal / Países Baixos / Taiwan / Brasil / Hong Kong / Sri Lanka / Peru)

Classificação indicativa: 16 anos

Sinopse: Grupos de jovens no Peru, em Taiwan e no Sri Lanka caminham, conversam e tentam escapar de trabalhos frustrantes. Filmadas com câmera de 360 graus, as trajetórias atravessam espaços e sensações como se pertencessem a um mundo contínuo e sem fronteiras estáveis.

Fordlândia Panacea (Susana de Sousa Dias, 2025, 67 min., Portugal / Brasil)

Classificação indicativa: 10 anos

Sinopse: Um documentário sobre a antiga company town fundada por Henry Ford na floresta amazônica, em 1928, que, durante muito tempo, oscilou entre os rótulos de cidade utópica e cidade-fantasma. Ao mesmo tempo, o filme mostra como os seus habitantes resistem a essas designações, criando formas de cura para um território marcado pelo extrativismo.

Rio de Janeiro - RJ
Publicação anteriorCom Matheus Nachtergaele e Gregorio Duvivier, adaptação brasileira para o cinema da série “O Zelador” começará a ser rodada em breve
Próxima publicação Com produção da RT Features, “Paper Tiger” tem seu teaser divulgado. Confira!

Posts relacionados

Com produção da RT Features, “Paper Tiger” tem seu teaser divulgado. Confira!

31 de julho de 2026

Com Matheus Nachtergaele e Gregorio Duvivier, adaptação brasileira para o cinema da série “O Zelador” começará a ser rodada em breve

31 de julho de 2026

Premiado, filme experimental “Aquele Que Viu O Abismo” é uma das novidades do circuito

31 de julho de 2026
Mais lidas

Fundos imobiliários: vale a pena investir?

O que significa Oruam na Umbanda? Descubra a origem, conexões e curiosidades

Documentário sobre a vida e a obra de Ignácio de Loyola Brandão chega ao circuito em momento significativo

Assine a Newsletter

Fique por dentro das principais novidades da Facttual sobre entretenimento, esportes e notícias do Brasil.

Publicidade

Facttual reúne entretenimento, esportes e as principais notícias do Brasil para você. Informação de qualidade em um só lugar. Tudo no Facttual!

Facebook Instagram YouTube
Últimas

Com produção da RT Features, “Paper Tiger” tem seu teaser divulgado. Confira!

31 de julho de 2026

Clássico do cinema, “Metrópolis” completa 100 anos e será tema de mostra com filmes raros. Veja os detalhes!

31 de julho de 2026

Com Matheus Nachtergaele e Gregorio Duvivier, adaptação brasileira para o cinema da série “O Zelador” começará a ser rodada em breve

31 de julho de 2026

Assine a Newsletter

Fique por dentro das principais novidades da Facttual sobre entretenimento, esportes e notícias do Brasil.

© 2026 Facttual.
  • Política de privacidade e termos de uso
  • Expediente

Digite acima e pressione Enter para buscar. Pressione Esc para cancelar.